Novelis
 
  Reciclagem na Novelis
  Ciclo de Reciclagem
  Comercial
  Índice de Reciclagem
  Processo de Reciclagem
  Você Sabia
  A Latinha
  A Estrutura da Latinha
  Curiosidades
  Fabricação da Lata
  História da Latinha
  História da Latinha no Brasil
  O Anel da Lata
  Alumínio e Saúde
  Como Se Faz
  Links
  Mitos e Lendas
  O Alumínio

 

Curiosidades



Você sabia que...

Uma latinha de alumínio vazia pesa em média 13,5 g.
   
As tampas representam 23% do peso total da lata e são feitas com uma liga de alumínio mais resistente.
   
Se enfileirássemos todas as latas de alumínio produzidas no Brasil em 2006 (10,3 bilhões) seria suficiente para dar 31 voltas ao redor do planeta Terra.
   
1,1 milhão de latas por hora foram produzidos em 2007.
   
Hoje 74 latas são produzidas com 1 kg de alumínio, enquanto que em 1992, 64 latas e em 1972, 49 latas.
   
As linhas de enchimento dos fabricantes de bebidas passaram das 30 mil latas/hora para 120 mil latas/hora nos últimos anos.
   
Hoje as latas de alumínio são 32% mais leves que as produzidas há 25 anos.
   
Em média 74 latinhas de alumínio vazias correspondem a 1 kg.
   
Com uma chapa de alumínio de 1 metro de comprimento por 1,72m de largura, podem ser produzidas 99 latinhas.
   
O Brasil tem uma das três maiores reservas de bauxita do mundo.
   
Cada 1.000 kg de alumínio reciclado significam 5.000 kg de minério bruto (bauxita) poupados.
   
Para reciclar o alumínio são gastos apenas 5% da energia que seria utilizada para se produzir o alumínio primário, ou seja, uma economia de 95%.
   
No Brasil, em 2006, mais de 16% das bebidas foram envasadas em latas de alumínio.
   
Em 2006 no Brasil 30% de toda cerveja e 8% de todo refrigerante foram envasados em latas de alumínio.
   
Em 2006, 60,3% das cervejas e 46,6% dos refrigerantes produzidos nos Estados Unidos foram envasados em latas de alumínio.
   
Os EUA têm o maior consumo per capita do planeta com 347 latinhas consumidas por habitante, seguidos por Emirados Árabes (240), Canadá (155,3) e Austrália (144,7).
   
O Brasil teve um consumo per capita em 2005 de 52 latas.
   
A cadeia da reciclagem do alumínio no Brasil - coleta, recuperação, transporte etc - envolve mais de 2 mil empresas e proporciona uma fonte de renda alternativa e ocupação para mão-de-obra não qualificada.
   
O ciclo de vida da lata de alumínio - espaço entre a produção e o retorno aos centros de reciclagem - leva em média 30 dias.
   
A coleta de latas usadas envolve mais de 170 mil pessoas no Brasil vivendo hoje exclusivamente desta atividade com renda média de dois salários mínimos.
   
Em 2006, o Brasil reciclou 94,4% das mais de 10,3 bilhões de latas de alumínio produzidas, mantendo o país como campeão mundial, pelo quinto ano consecutivo, entre os países onde a atividade não é obrigatória.
   
Os Estados Unidos produzem mais de 100 bilhões de latas de alumínio por ano e reciclaram 51% em 2006.
   
A lata de alumínio gela mais depressa e ocupa menos espaço no freezer e na geladeira.
   
Depois de pronta, a lata de alumínio passa por um rigoroso controle de qualidade e que um dos testes é feito utilizando-se um feixe de luz de alta intensidade capaz de detectar qualquer defeito.
   
As latas de alumínio são formadas por duas partes básicas (corpo e tampa) e que o fundo da lata se encaixa perfeitamente na tampa de outra lata, facilitando o armazenamento.
 
As tampas e os corpos das latas de alumínio são fabricados em fábricas diferentes.
   
As empresas produtoras de latas e tampas estão presentes em nove estados brasileiros. As fábricas de corpos estão em Minas Gerais, Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, além uma em construção no Mato Grosso. As tampas são produzidas em Pernambuco, Sergipe e Bahia.
   
Em que cidades
Minas Gerais (Extrema e Pouso Alegre), Distrito Federal (Gama), Pernambuco (Suape), Rio de Janeiro (Santa Cruz), Rio Grande do Sul (Águas Claras) e São Paulo (Cabreúva e Jacareí), além de uma em construção no Mato Grosso (Cuiabá). As tampas são produzidas em Suape (PE), Aracajú (SE) e Simões Filho (BA).

 

Fonte: Site Abralatas